São criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina com rosto de mulher e seios. São fortes, elegantes e orgulhosas e podem ser agressivas se provocadas. Na história de Jasão as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais libertaram Fineu das hárpias. Em agradecimento ele mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Fantasmas, criaturas, demônios: o verdadeiro pesadelo começa quando abrimos os olhos.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Harpia
São criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina com rosto de mulher e seios. São fortes, elegantes e orgulhosas e podem ser agressivas se provocadas. Na história de Jasão as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais libertaram Fineu das hárpias. Em agradecimento ele mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Esfinge
A esfinge é uma criatura mitológica encontrada nas lendas do Egito, Assíria e Grécia antiga. Com o corpo de leão e cabeça que variava entre ovelha, falcão e mulher. A esfinge é uma guardiã e uma criadora de enigmas. Quem desejar passar por ela tem que responder a seguinte questão: "O que anda de quatro pernas ao amanhecer, de duas ao meio-dia, e de três pernas ao anoitecer?" Segundo a lenda, ela estrangulava quem respondia errado. Na mitologia grega, Édipo foi o primeiro a dar a resposta certa: a humanidade. Engatinhamos quando bebês, andamos quando adultos, e usamos uma bengala (terceira perna) quando velhos. Furiosa com tal resposta, a esfinge cometeu suicídio atirando-se de um precipício. Versão alternativa diz que ela devorou-se. segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Cérbero
Na mitologia grega, Cérbero ou Cerberus ( Kerberos -“demónio do poço”) era um monstruoso cão de múltiplas cabeças e cobras ao redor do pescoço que guardava a entrada do Hades, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem.
A descrição da morfologia de Cérbero nem sempre é a mesma, mas uma coisa que em todas as fontes está presente é que Cérbero era um cão que guardava as portas do Tártaro, não impedindo a entrada e sim a saída. Quando alguém chegava Cérbero fazia festa, era uma criatura adorável. Mas quando a pessoa queria ir embora ele a impedia; tornando-se um cão feroz e temido por todos. Os únicos que conseguiram passar por Cérbero saindo vivos do submundo foram Hércules, Orfeu, Enéias e Psiquê.
Cérbero era um cão com várias cabeças, não se têm um número certo, mas na maioria das vezes é descrito como tricéfalo (três cabeças). Sua cauda também não é sempre descrita da mesma forma, às vezes como de dragão, como de cobra ou mesmo de cão. Às vezes, junto com sua cabeça são encontradas serpentes cuspidoras de fogo saindo de seu pescoço, e até mesmo de seu tronco.
Para acalmar a fúria de Cérbero, os mortos que residiam no submundo jogavam-lhe um bolo de farinha e mel que os seus entes queridos haviam deixado no túmulo.
A descrição da morfologia de Cérbero nem sempre é a mesma, mas uma coisa que em todas as fontes está presente é que Cérbero era um cão que guardava as portas do Tártaro, não impedindo a entrada e sim a saída. Quando alguém chegava Cérbero fazia festa, era uma criatura adorável. Mas quando a pessoa queria ir embora ele a impedia; tornando-se um cão feroz e temido por todos. Os únicos que conseguiram passar por Cérbero saindo vivos do submundo foram Hércules, Orfeu, Enéias e Psiquê.
Cérbero era um cão com várias cabeças, não se têm um número certo, mas na maioria das vezes é descrito como tricéfalo (três cabeças). Sua cauda também não é sempre descrita da mesma forma, às vezes como de dragão, como de cobra ou mesmo de cão. Às vezes, junto com sua cabeça são encontradas serpentes cuspidoras de fogo saindo de seu pescoço, e até mesmo de seu tronco.
Para acalmar a fúria de Cérbero, os mortos que residiam no submundo jogavam-lhe um bolo de farinha e mel que os seus entes queridos haviam deixado no túmulo.
Ogro
Quem não pensa em Sherk ao ouvir falar em ogros? Mas a criatura original não era nem de perto tão boazinha quanto o monstrengo do cinema. O ogro é um gigante mitológico, que em algumas versões se alimentava de carne humana. A origem do nome é controverso, provavelmente uma alteração do latim Orcus, ‘divindade infernal’, ou do alemão antigo Ögr, “feio” ou “muito desajeitado”.
Na mitologia, diz-se de um monstro que habita florestas isoladas e lúgubres. Estas criaturas possuem um cérebro reduzido, o que justifica seus atos de insanidade, falta de competência e sua capacidade mental limitada.
Na mitologia, diz-se de um monstro que habita florestas isoladas e lúgubres. Estas criaturas possuem um cérebro reduzido, o que justifica seus atos de insanidade, falta de competência e sua capacidade mental limitada.
sábado, 10 de setembro de 2011
Slender Man
O termo "Slender Man" pode ser traduzido como "Homem esguio". Ele veste terno preto, é muito magro e capaz de esticar seus membros e o próprio tronco para tamanhos desumanos a fim de provocar medo e seduzir suas presas, geralmente crianças. Com seus braços estendidos, suas vítimas ficam hipnotizadas e ficam totalmente impotentes. Ele também pode esticar seus dedos criando tentáculos. Não se sabe a origem do monstro. Ele gosta de raptar crianças, sempre é visto antes do desaparecimento de uma ou várias crianças. Gosta de lugares com névoas ou muitas árvores onde ele pode se esconder. Dizem que as crianças podem ver ele, se não tiver adultos no local. Parece apenas uma lenda, mas muitas pessoas afirmam já terem visto o Homem Esguio. Os avistamentos normalmente acontecem a noite, perto de rios ou florestas. Há relatos também dele ter entrado em quartos de crianças a noite, com janelas abertas.São comuns no Japão e na Noruega, mas vem crescendo os avistamentos em outros lugares do mundo.
As imagens a seguir são de crianças desaparecidas e foram tiradas no dia em que elas sumiram.

As crianças costumam ter pesadelos com o homem esguio antes de seu desaparecimento.
Versão alternativa do mito afirma que, quem o vê, costuma terminar desaparecendo – ou pior, tendo o corpo mutilado e pregado em uma árvore, com os órgãos todos removidos. A presença dele normalmente é acompanhada de paranóia e às vezes de doenças estranhas, e os que vêem ele começam a escrever mensagens estranhas e desenhar rabiscos de uma figura alta. Dizem que quanto mais você investiga sobre ele, quanto mais fundo você chega, maiores são as chances de ele te encontrar.
Kongamoto
Em 1923 Frank H. Melland, um pesquisador, relatou em seu livro "Viagens pela África" seu contato com tribos na Zâmbia. Durante sua estada com os moradores, ele tomou nota de relatos de uma misteriosa ave gigantesca. As pessoas descreviam a criatura como tendo pele macia, sem penas, e um longo bico repleto de dentes. As asas abertas mediam entre 1.20 m e 2.20 m, de ponta a ponta. Era chamado pelos nativos de Kongamoto (Ou Kongamato), que significa "Virador/Destruidor de barcos". Dois anos depois, um homem foi atacado e mordido pelo misterioso animal voador.Curioso com a descrição das criaturas, Melland pesquisou em seus arquivos se havia algum ser semelhante, pois acreditava que os nativos estavam vendo coisas ou confundindo uma criatura existente. O mais próximo que conseguiu encontrar foi uma gravura de um pterodáctilo. Mesmo sabendo que se tratava de um animal extinto há milhões de anos, o pesquisador decidiu mostrar a figura para os habitantes locais.
Frank H. Melland surpreendeu-se quando as pessoas reconheceram imediatamente a imagem. Assim como pessoas de outras tribos, todos disseram se tratar do Kongamoto.
As descrições variam apenas na altura do bicho, que vai entre 90cm a 1m do bico até a cauda. Alguns também o descrevem com dentes de crocodilo saindo pelo bico e com pele preta ou avermelhada. No resto, todos confirmam se tratar de um pterodáctilo, exitinto há mais de 65 milhões de anos.
Anos mais tarde, em 1956, um outro escritor que visitou áreas semelhantes também relatou as descrições dos habitantes. E também um caso peculiar: Um guia contou que um homem fora caçar em uma floresta considerada perigosa. Horas mais tarde, o homem apareceu apavorado, com um corte enorme em sua barriga. Ele afirmou que foi atacado por um grande pássaro sem pelos e com um longo bico serrilhado. O guia pegou a figura que o de um pterodáctilo e, ao mostrá-la ao caçador, este fugiu assustado reconhecendo o monstro.
Mais avistamentos foram ocorrendo ao longo dos anos, mas não foi dada muita importância devido à falta de provas e por a maioria das pessoas considerarem que a crença dos nativos daquelas áreas era bem forte, o que, segundo os céticos, pode chegar a criar uma alucinação ou confusão. Até hoje permanece o mistério.
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