segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

(Parte 6) Déjà Vu

Todo mundo já experimentou a sensação de Déjà vu. Muitos cientista acreditam que é um falha no sistema neurológico. Reações químicas inadequadas que acontecem e criam a sensação de já termos vivenciado aquele momento. O intrigante é que essas reações acontecem o tempo todo em nosso cérebro, assim como as falhas e hora causam a sensação, hora não. O que nos leva crer que isso pode não ter ligação com o sistema neural. Pense bem. No seu computador, mesmo quando você deleta um programa, restam resquícios dele. Em um jogo, quando você atinge determinado nível tudo que ocorreu é armazenado. Agora imagine o sistema de Salve e Load do Game. Você tem um personagem, que passou até determinado ponto, mas fez uma grande besteira. Você deseja voltar para um momento anterior então dá load na sua última gravação. Pois bem, supomos que esse personagem tenha inteligência real e que o computador funcione através do mesmo sistema que conhecemos. Os resquícios que restaram da sua última atuação no game farão com que o personagem lembre que já passou por esse ponto (e na verdade já passou, mas como você retornou para um ponto anterior ele não saberá o que ocorreu exceto pelo armazenamento fundamental, o que seria o Déjà vu).

(Parte 5) Experimento de Fenda Dupla e o Tempo

Quem conhece o experimento sabe que, quando existe um observador, o elétron analisado deixa de se comportar como onda e passa a se comportar como partícula. No entanto, retire o observador e ele volta a ser onda. Como um elétron poderia saber sobre o observador? Ele não sabe, foi programado. O que ele sabe é que para determinado evento ele tem que agir de uma maneira e para outro de forma diferente. O propósito disso? Bom, se descobríssemos a natureza das partículas seria um passo para a Teoria do Todo e como tudo surgiu. Supondo que quem tenha programado o game soubesse que em determinado ponto da cronologia chegaríamos a refletir sobre essa questão e propôs um modo para que nunca descobríssemos a realidade. Um sistema de segurança. Para assegurar o que? Imagine um universo virtual onde os habitantes sabem que estão dentro de um jogo. O resultado seria catastrófico. Assim como o tempo. É impossível viajar para o passado. Teríamos que passar por um ponto de energia infinita se desdobrássemos o universo. Nada conseguiria ultrapassar tal ponto. Outro sistema de segurança, dessa vez contra cheats.

(Parte 4) O Universo Perdido

Tudo no universo é massa ou energia, mas não há nenhuma das duas em quantidade suficiente. Os cientistas acham que 96% do cosmos está perdido. Chegaram até a propor nomes a toda essa matéria perdida: “energia escura” e “matéria escura”, mas o nome continua a não dizer nada sobre ela. Olhe para o céu a noite e, além das estrelas, você verá toda a matéria escura que essa teoria fala. E não é que se trate de uma questão que não tenha importância; a energia escura está criando continuamente novas faixas de espaço e tempo, enquanto a matéria escura parece estar mantendo unidas todas as galáxias. Não é de estranhar que os cientistas se esforcem em buscar pistas de seus paradeiros. Qual a relação disso com os jogos? A função das mesmas. Uma é a dinâmica do jogo e a outra o resultado da dinâmica. Mas num jogo, a dinâmica é visível? Não! Ela apenas existe, é parte do padrão que constitui o que uma ação resultará num determinado evento. Por isso não poderia ser detectada por nós, contudo, continuaria influenciando nosso meio.

(Parte 3) Membranas das Teorias das Cordas

A Teoria das Cordas nos diz que vivemos dentro de membranas com quatro dimensões, três dimensões de espaço e uma de tempo (ao nossos olhos, pois segundo a mesma existem 11 dimensões). Essas membranas seriam, para um ser que os observa de fora (ou seja, de fora do universo), bidimensionais. Lembrou de algo? Olhe o seu monitor. A imagem nele é bidimensional (existe apenas uma profundidade ilusória)! Pense agora na perspectiva de quem está dentro de um filme/jogo que você assiste/joga? Como seria o universo para ele? Sim, o universo para quem está dentro da projeção é tridimensional. Voltamos as 11 dimensões. Essas são exatamente o número de planos que uma placa de vídeo do futuro terá para atuação e aprimoramento de imagem, sendo capaz de processar e gerar uma computação gráfica fantástica, copiando com precisão a nossa realidade.

(Parte 2) O Universo Holográfico

Anos atrás cientistas criaram um aparelho para tentar captar ondas gravitacionais. O que eles conseguiram? Nada, a não ser uma faixa de ruídos. E o que isso tem a ver com o universo holográfico? Muito, pois o que eles acreditam ter captado é o fragmento menor do espaço-tempo, uma espécie de espaço-tempo granular, o limite entre o haver e o nada, o que foi imediatamente relacionado com algo conhecido por nós como pixels. Em verdade, pixels parece ser uma “imitação” acidental desse espaço-tempo granular. Descobriram também que o sinal vem da fronteira do universo, o limite da expansão que acreditamos que aconteça. Logo, o nosso universo não passaria de uma projeção.

(Parte 1) A Evolução dos Computadores

Daqui a alguns anos, um computador residencial terá a mesma capacidade que todos os computadores do mundo hoje juntos. Nessa evolução está enquadrada também a imagem gráfica que chegará ao nosso nível. Ou seja, a computação gráfica alcançará a realidade. Para melhorar, um grupo de cientistas japoneses afirmam que, em 2015 já será possível inserir inteligência real nos computadores e nos jogos. O personagem do game será inteligente, com raciocínio próprio, capaz de resolver problemas criados e também de criar. Vai ter personalidade e, por consequência, sentimentos. Imagine isso em um personagem do The Sims? Seria um humano virtual. Essa questão também levanta outra dúvida: Se eles conseguirem fazer isso, quem garante que alguém num tempo muito distante não conseguiu fazer o mesmo e nós somos o resultado desse experimento?

A Vida, o Universo e Tudo Mais

Quem já leu algum livro de Douglas Adams conhece bem o título desta nova categoria de postagens. "A vida, o universo e tudo mais" é o terceiro volume da série "Guia do Mochileiro das Galáxias". Entretanto não é sobre o livro que vamos falar a seguir, mas sim sobre uma das mais criativas, e porque não dizer louca, teoria já formulada para explicar a vida, o universo e tudo mais. Essa teoria não está presente nos livros de Adams, mas talvez (provavelmente) você já a tenha pensado ou cogitado alguma vez na vida, principalmente se você conhece o jogo The Sims. Isso mesmo, as postagens a seguir fazem parte de um texto datado de 2009, deautoria desconhecida, que traçam um paralelo entre o jogo e a nossa vida, tentando mostrar que talvez eles não sejam tão diferentes assim.
Como sempre tudo caminha no campo das suposições. Eu particularmente não sou adepto a essa ideia, mas acho-a interessante o bastante para fazer parte do Guia do Desconhecido.
Boa leitura.