terça-feira, 27 de setembro de 2011

Gangue dos Palhaços

Em meados de 1990 uma história assombrou a grande São Paulo. Por ocasião do lançamento de uma série especial no jornal Notícias Populares chamada "os Crimes que abalaram o Mundo".
Foi apresentado o caso de um Palhaço norte americano que na década de 60 assassinava crianças. A partir daí surgiu a história de que uma gangue de palhaços (que às vezes tinham também uma bailarina entre eles) atuava cidade de Osasco e estaria roubando crianças para vender seus órgãos. Aos poucos a história chegou em toda grande São Paulo e ganhava tons cada vez mais verídicos, agora a gangue rondava os grandes centros numa Kombi branca, parando nas praças onde apresentavam seu show; no meio da bagunça eles raptavam as crianças. A história chegou ao ponto que pessoas juravam ter visto reportagem no famoso telejornal "AQUI AGORA". O boato foi tão forte que o Notícias Populares  chegou a dar algumas capas para a "gangue dos Palhaços", uma escola (nome desconhecido), em Mauá chegou a ser "atacada" pelos  diabólicos palhaços. Todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima. Apenas um boato, ou a gangue realmente atacava? Até hoje nenhum dos integrantes foi identificado ou preso e a real existência da quadrilha ainda é incerta. Uma outra versão diz que não era uma gangue, mas um único palhaço que raptava as crianças com o intuito unicamente de matar, como um serial killer mesmo.

Loira do Banheiro

Essa é, sem dúvida, uma das lendas mais conhecidas no nosso país. Existem versões diferentes em diversos estados mas no final a base é quase sempre a mesma. Uma aluna (algumas vezes uma professora) loira e muito bonita que aparece nos banheiros dos colégios assustando os estudantes que matam aula. Uma constate em todas as versões é o algodão, a Loira está sempre envolta nele, ou com ele saindo de suas feridas, olhos e ouvidos. Algumas versões a retratam como um professora que foi assassinada por alunos revoltados, que não satisfeitos, a torturaram fazendo cortes profundos em sua pele e enfiando algodão nas feridas. Em outras versões ela é uma aluna que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula (às vezes devido a um escorregão que termina com sua cabeça na privada, outras vezes sufocada com o mau cheiro que saía do ralo). Após sua morte, seu espírito passou vagar pelos banheiros assustando os alunos que matam aula como ela fazia, nesse caso o algodão é referente aos tufos que os médicos enfiam no nariz, boca e ouvidos dos mortos por conta das secreções post mortem. Há ainda quem diga que pode-se invocar a Loira do Banheiro dando descarga três vezes, depois chutando o vaso uma vez e por fim virando-se rapidamente para o espelho.

Lendas urbanas

Algumas são absurdas, outras prováveis. Na segunda parte das postagens sobre lendas urbanas você irá rever famosas histórias, desde o roubo dos rins até a temida gangue dos palhaços. Cabe somente a você, caro leitor, acreditar ou não nestas histórias. Mas lembre-se, toda "mentira" sempre tem um fundo de verdade.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Caboclo d'Água

O Caboclo d'Água é um ser mítico, defensor do Rio São Francisco, que assombra os pescadores e navegantes, chegando mesmo a virar e afundar embarcações. Os nativos descrevem-no como um ser troncudo e musculoso, de pele cor de bronze e um único grande olho na testa. Apesar do seu tipo físico, o Caboclo d'Água consegue movimentar-se rapidamente. Mesmo podendo viver fora da água,  nunca se afasta das margens do rio São Francisco.
Diz a lenda que, quando não gosta de um pescador, ele afugenta os peixes para longe da rede mas, se o pescador lhe faz um agrado, ele ajuda-o para que a pesca seja farta. Há relatos de que ele também pode aparecer sob a forma de outros animais. Um pescador conta ter visto um animal morto a boiar no rio; ao aproximar-se com a canoa, notou que se tratava de um cavalo mas, ao tentar aproximar-se mais paradescobrir o dono, o animal rapidamente afundou. Em seguida, o barco começou a mexer-se. Ao virar-se para o lado, viu o  Caboclo d'Água agarrado à beirada, tentando virar o barco. Então o pescador, lembrando-se de que trazia fumo na sua sacola, atirou-o às águas e o Caboclo d'Água fugiu dando cambalhotas, mergulhando rio abaixo. Em junho de 2011, as supostas aparições deste ser mitológico em Barra Longa, estado de Minas Gerais, chegaram a ganhar destaque na midia nacional. Diversos animais das propriedades rurais estariam sendo mortos misteriosamente e foi relatado ainda a morte de um homem, que teria sido vítima deste ser. Foi oferecida uma recompensa de R$ 10 mil por uma foto da criatura, e foram organizados grupos para a busca de provas e indicios da existência do Caboclo.

"This Man"

Também chamado "homem dos sonhos" ou "invasor de sonhos",  este é um ser realmente misterioso. Sua natureza ainda é desconhecida, assim como seus objetivos. Cerca de 2 mil pessoas pelo mundo todo alegaram já ter visto este homem em seus sonhos e todos afirmam nunca tê-lo visto antes. A seguir a história da emblemática criatura: Nova Iorque, janeiro de 2006. A paciente de um conhecido psiquiatra desenha o rosto de um homem que tem, repetidas vezes, aparecido em seus sonhos. Em mais de uma ocasião, o tal homem falou sobre coisas da vida privada daquela mulher. Ela nunca tinha visto aquele homem, aquele rosto. O retrato ficou esquecido na escrivaninha do médico por alguns dias até que outro paciente notou o desenho e reconheceu o rosto. Disse que aquele homem aparecia freqüentemente em seus sonhos; e também este paciente, afirmava que não conhecia aquela pessoa. Era algo de curioso. O psiquiatra decidiu fazer cópias do retrato e enviá-las para vários de seus colegas de profissão. Os sonhos recorrentes são comuns a muita gente. São sonhos que se repetem. Em poucos meses, quatro pacientes reconheceram o rosto do desconhecido. Todos o tinham visto em sonhos e todos se referiam a ele como This Man (esse homem). Desde a primeira divulgação, mais de duas mil pessoas procedentes de diferentes países reconheceram o homem: em Los Angeles, Berlim, São Paulo, Teerã, Beijing, Roma, Barcelona, Estocolmo, Paris, Nova Delhi, Moscou, entre outros. Nenhuma relação foi encontrada entre os sonhadores.
Muitas teorias surgiram para tentar explicar o fato, estas vão desde explicações científicas, fantasiosas até teorias da conspiração. Vejam algumas:
A Teoria do Arquétipo: Segundo a teoria psicanalítica de Jung, This Man é uma imagem arquétipica que pertence ao nosso inconsciente coletivo e vem à tona em tempos de dificuldades (circunstâncias emocionais, mudanças dramáticas em nossas vidas, as situações de stress, etc) em indivíduos particularmente sensíveis. 

Teoria religiosa: De acordo com esta teoria, This Man é a imagem do Criador, isto é, uma das formas na qual Deus se manifesta hoje em dia. Esta é a razão pela qual seus conselhos e as palavras que pronuncia durante os sonhos devem ser sistematicamente seguidas por quem sonha com ele. 


Teoria do super sonhador: Segundo esta teoria, This Man é uma pessoa real que pode entrar em sonhos das pessoas por meio de habilidades psicológicas específicas. Alguns acreditam que, na vida real, ele se pareça com o dos sonhos. Outros pensam que o homem dos sonhos parece completamente diferente do seu homólogo da vida real. Algumas pessoas parecem acreditar que por trás deste homem há um plano de condicionamento mental desenvolvido por uma grande corporação. 

Teoria da imitação dos sonhos: Esta é uma psico-científica teoria sociológica que afirma que este fenômeno surgiu casualmente e desenvolveu progressivamente por imitação. Basicamente, quando as pessoas estão expostas a este fenômeno se tornam tão profundamente impressionadas que passam a também ver este homem em seus sonhos. 

Teoria do reconhecimento diurno: Esta teoria afirma que as aparições do homem são puramente casuais. Normalmente, nós não conseguimos nos lembrar dos rostos que vemos em nossos sonhos. A imagem deste homem seria, assim, um instrumento que, no dia-a-dia das pessoas, facilitaria o reconhecimento de uma imagem onírica indefinida.

E você, já sonhou com Este Homem?

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Krampus

Segundo lendas de várias regiões do mundo, o Krampus é uma criatura mitológica que acompanha São Nicolau (Papai Noel) durante a época do Natal. A palavra Krampus vem de Krampen, palavra para "garra" do alemão antigo. Nos Alpes, o Krampus é representado por uma criatura semelhante a um demônio. Enquanto Papai Noel dá presentes para as crianças boas, o Krampus avisa e pune as más. Tradicionalmente, em paises como Hungria e a Áustria, nas 2 primeiras semanas de dezembro e em especial no dia 5 de dezembro jovens se vestem de Krampus e saem nas ruas aterrorizando criancinhas inocentes e mulheres com correntes e sinos enferrujados. Em algumas áreas rurais, a tradição também inclui surras aplicadas pelo Krampus, especialmente em garotas.

Yeti

O Yeti (do tibetano yeh-teh) ou Abominável Homem das Neves, é o nome dado a uma criatura mítica que supostamente vive na região do Himalaia. Segundo a lenda, seriam descendentes de um rei macaco que se casou com uma ogra. Frequentemente costuma ser relacionado a outro mito, o do bigfoot (pé-grande ou sasquatch), outra criatura misteriosa, que viveria nos Estados Unidos ou no Canadá.
Até hoje, ninguém conseguiu uma prova da existência do Yeti, embora muitos rumores tenham sido registrados. O registo visual mais famoso até hoje ocorreu com o explorador Anthony Wooldridge em 1986. Ele estava acampado nas montanhas localizadas no norte da Índia, onde teria visto o Yeti a alguns metros do acampamento. Segundo ele, o monstro teria ficado imóvel por 45 minutos.
Depois que o local foi examinado, foi descoberto que o Yeti avistado seria apenas uma pedra coberta de neve. Anthony Wooldridge admitiu que havia se enganado.
O governo de Nepal declarou oficialmente, em 1961, que o Yeti existe.
Tem cerca de 2 metros de altura, assim como seu parente, Pé Grande, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característico das criaturas citadas em varias civilizações, assim como o mapinguari, na amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia, todos possuem existência não confirmadas.