quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tikbalang

Tikbalang é uma criatura do mito filipino, que diz-se ter vivido escondida nas montanhas e florestas do Brasil. É geralmente descrito como um homem alto, ossudo, uma criatura humanóide com longas pernas desproporcionais a ponto de chegar seus joelhos acima de sua cabeça quando se agachava. Tem a cabeça e as patas de um animal, geralmente um cavalo. Tikbalangs são conhecidos por assustar os viajantes e fazê-los se perder de tal forma que eles continuem voltando para um caminho arbitrário, não importa o quão longe ele vai ou de onde ele volte. Supostamente a criatura é neutralizada pelo uso de uma camisa do avesso.

Pé Grande

Pé grande, também conhecido como Sasquatch, é descrito como um homem meio macaco que habita áreas florestais do pacífico noroeste e partes da província da Columbia Britânica, no Canadá. Ao longo dos anos houve vários avistamentos e fotografias do Pé Grande, mas não há provas conclusivas que comprovem a sua existência.
Muitos especialistas do assunto consideram a lenda do Pé Grande como uma combinação de foclore com boatos, mas há um número de autores e pesquisadores que acreditam que as histórias possam ser verdadeiras. Existe alguma especulação que, como o Monstro do lago Ness, o Pé Grande possa ser um remanescente vivo do tempo dos dinossauros – especificamente um Gigantopithecus blacki (um macaco gigante). Os relatos mais antigos do Pé Grande são de 1924, apesar de relatos de um tipo similar de criatura terem aparecido já nos anos 1860.

Chupacabra

O Chupacabra é mais comumente associado às comunidades latinas nos EUA, México e Porto Rico (onde houve o primeiro relato), porém ataques também foram registrados no Brasil. Supostamente é uma criatura pesada, do tamanho de um urso pequeno, com uma linha de espinhos do pescoço até a base da cauda e o seu nome vem do fato de que supostamente ataque animais e bebe seu sangue – especialmente de cabras.
Apesar de que a lenda começou por volta de 1987, há muitas similaridades com o “Vampiro de Moca”, nome dado a uma criatura desconhecida que matou animais por toda a cidade de Moca, nos anos 1970. O vampiro de Moca deixava os animais completamente sem sangue, que aparentemente tinha sido extraído a partir de uma série de cortes circulares.
A descrição mais comum do Chupacabra é a de um ser tipo lagarto, parecendo ter uma pele de couro ou de escamas verde-acizentadas e espinhos pontudos ou pequenos correndo por toda as suas costas. Mede aproximadamente de 1 a 1.2 metros de altura, e permanece de pé e pula de uma maneira parecida a de um canguru. Em pelo menos um avistamento a criatura pulou 6 metros. Desta variedade é dito ter um focinho parecido com o de um cachorro ou pantera, uma língua bifurcada protuberante, caninos grandes e que assobia e chia quando amendrontado, assim como deixa um fedor sulfúrico atrás de si. Quando ele chia, alguns relatos notam que os olhos do chupacabras brilham com um vermelho incomum que dá náuseas nas testemunhas. Algumas testemunhas o viram com asas como as de morcego.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pisadeira

A Pisadeira é uma lenda do folclore brasileiro, muito popular no interior dos estados de Minas Gerais e São Paulo. De acordo com esta lenda, ela é uma mulher de aparência assustadora. Alta e magra, possui unhas grandes em dedos compridos e secos, olhos vermelhos e arregalados, nariz comprido para baixo e queixo grande. De baixa estatura, a Pisadeira é também descrita com cabelos brancos desgranhados. Seu olhar transmite algo de maligno, tida essencialmente como uma velha de chinelos que surge no meio da noite e pisa sobre a barriga das pessoas, provocando falta de ar. Personificação do pesadelo, geralmente “ataca” quando as pessoas comem demais e vão dormir com o estômago cheio. De acordo com a lenda a Pisadeira passa grande parte do tempo nos telhados, observando o movimento dentro das casas. Após o jantar, quando alguém vai dormir de barriga cheia ela entra em ação.
Sai de seu esconderijo e pisa no peito da pessoa, deixando-a em estado de paralisia. Porém, a vítima da Pisadeira consegue acompanhar tudo de forma consciente, o que traz grande desespero para a pessoa, pois nada consegue fazer para sair da situação.

Unicórnio

O Unicórnio é um ser mitológico, normalmente branco-puro quando é adulto, mas dourado em sua fase de potro e prateado durante a adolescência, com um único chifre posicionado em sua cabeça como uma espiral. Ele vive geralmente nas florestas do norte da Europa, segundo as narrativas da mitologia. Estas entidades fantásticas são doces, mansas, puras. Supostamente seu chifre, o sangue e o pelo têm poderes mágicos. Normalmente ele não convive com o homem, mas se submete sem maiores problemas diante de uma mulher, especialmente se ela for virgem, chegando a se refugiar em seu colo, quando então pode ser facilmente capturado.

Fênix

A ave Fênix é um pássaro mitológico do tamanho de uma águia, com plumagem roxa, alaranjada ou amarelo incandescente e de bico forte e garras. Trata-se de uma ave fabulosa que se consumia pela ação do fogo a cada 500 anos e, em seguida, renascia das cinzas. De acordo com alguns mitos, vivia em uma região que compreendia a área do Oriente Médio e Índia, chegando até o Egito e ao norte da África.
A Fênix é descrita como um animal muito forte que transportava cargas muito pesadas. Há até algumas lendas que afirmam que ela transportava elefantes.

Troll

Na Noruega essas criaturas lendárias, de olhos pequenos e orelhas e nariz grandes, dão nome a cidades, ruas, florestas e montanhas. No folclore dos países nórdicos existem duas espécies de trolls:
Trolls gigantes: grandes, brutos, feios e com características bestiais, como dentes enormes e olhos ciclópicos. O cabelo é um tufo que nenhum pente consegue dar jeito.
Trolls pequenos: de aparência e tamanho de um humano, vestem-se normalmente, mas sob a roupa, escondem um rabo. São seres sociais, que vivem em comunidades, só que nas florestas. Cozinham, são excelentes artesãos e preparam grandes banquetes. Vivem em complexos subterrâneos, cujo acesso fica sob grandes rochas na floresta ou em montanhas.
Não se sabe ao certo se os trolls são bons ou maus. Quem já encontrou um deles costuma dizer que eles tratam as pessoas da mesma forma como são tratados. Mas todos afirmam que os trolls são grandes ladrões, que roubam a comida armazenada pelos fazendeiros da região. Diz a lenda que os trolls também costumam sequestrar pessoas e transformá-las em escravos. Quando se cansam do brinquedo, alguns anos depois, liberam a vítima sem memória alguma do cativeiro.
Sinos de igreja, cruzes ou mesmo palavras como Jesus ou Cristo são excelentes armas contra os trolls.  No folclore sueco os trolls levam a culpa por má sorte, por acidentes ou por coisas que acontecem de errado. Quando algo dá errado ou quando um projeto emperra, os suecos costuma dizer: "Parece que há um troll andando aqui".